CRM para advocacia
CRM para advocacia: atender bem sem ferir a ética da OAB
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Escritório de advocacia perde cliente de um jeito silencioso. A pessoa manda uma mensagem contando o problema, recebe um "vamos analisar", e a conversa afunda no WhatsApp do sócio. Duas semanas depois, ela já contratou outro escritório — que respondeu primeiro e marcou a consulta.
Um CRM para advocacia resolve a parte comercial e de atendimento do escritório: quem procurou, o que contou, em que pé está a proposta de honorários. Ele não é um sistema de gestão processual — não acompanha andamento de processo nem controla prazo no tribunal. É a porta de entrada, organizada.
O caminho da consulta ao contrato
O pacote de advocacia da Vetora traz um funil de atendimento com as etapas reais de um escritório.
- Consulta inicial: a pessoa procurou o escritório e contou o caso.
- Análise de viabilidade: o advogado avalia se há o que fazer.
- Documentação pendente: faltam documentos para seguir.
- Proposta de honorários: o valor foi enviado e aguarda resposta.
- Contrato assinado — ou "não prosseguiu", com o motivo registrado.
A ficha de cada cliente já tem os campos do ramo: área do direito, resumo do caso, número do processo, comarca e vara, valor da causa, tipo de honorário — fixo ou percentual de êxito —, data da audiência e se a pessoa pede justiça gratuita. A proposta de honorários sai por um link com a marca do escritório, e o aceite fica registrado com data e hora.
O limite que a ética impõe
Advocacia não é comércio, e a publicidade do advogado tem regras próprias: o Código de Ética e Disciplina da OAB e o Provimento 205/2021. Em linhas gerais, informar é permitido; captar cliente de forma ativa, mercantilizar o serviço ou abordar quem não pediu, não. As regras exatas para o seu caso devem ser conferidas na própria OAB.
O CRM não muda essa regra, e não deve ser usado para contorná-la. Ele serve para atender bem quem procurou o escritório — responder rápido, não esquecer ninguém, manter o histórico. Responder com cuidado quem chegou até você é muito diferente de disparar mensagem para quem nunca pediu, e só o primeiro uso cabe aqui.
Sigilo e onde o caso fica guardado
O que um cliente conta ao advogado é sigiloso, e isso torna concreta uma pergunta que em outros ramos parece detalhe: onde está guardada essa conversa? Num CRM alugado, ela mora no servidor da plataforma. Na Vetora, mora num servidor do próprio escritório, com acesso definido por papel — o estagiário não vê o que só o sócio deve ver.
Isso não resolve sozinho as obrigações de proteção de dados, mas tira do caminho uma dependência que o escritório não escolheu. O resto está em o que a LGPD pede de quem guarda contatos.
Com o nome do escritório
O sistema abre com a marca do escritório, e a proposta de honorários, o convite da consulta e a cobrança saem com o seu nome. A Vetora é paga uma vez — R$ 557 —, e o escritório pode deixar a IA desligada e usar só o CRM, se preferir que todo atendimento seja humano.